terça-feira, 29 de dezembro de 2009

A IGREJA DOS SONHOS DE JESUS

QUARTA MARCA: ALEGRIA

João 17

Este estudo é o quarto da série AS MARCAS DA IGREJA.

É interessante notar que Jesus coloca a alegria como uma das marcas distintivas de sua Igreja. Normalmente, a julgar pelo comportamento normal dos cristãos, essa não seria uma marca tão característica a ser mencionada. No entanto, o Mestre declara no verso 3: "Mas vou para ti; e isto falo no mundo, para que eles tenham a minha alegria completa em si mesmos". No sonho de Jesus para a sua Igreja ele pensa na Igreja como uma comunidade alegre.

Nem todos os cristãos se sentem à vontade com a inclusão da alegria como uma das marcas da Igreja. Alguns desenvolveram um cristianismo em que somente a mortificação, o semblante desfigurado tem lugar. Parece que celebram um líder que ainda continua morto e sepultado. Há várias razões pelas quais os cristãos devem ser alegres. Entre elas mencionamos:

1. O cristão deve ser alegre em virtude da ressurreição de Jesus. Adoramos um Cristo vivo que derrotou o poder da morte e do pecado a fim de que nós, também, pudéssemos experimentar a vitória. A vida do crente é uma vida de vitória sobre o poder do pecado. Por isso ele é alegre.

2. Experimentamos em nossas vidas a graça de Deus revelada em Cristo em termos de aceitação e perdão. Deus nos aceita e nos convida para uma vida de comunhão com Ele na pessoa de Jesus Cristo. Em Jesus Cristo temos o perdão para os nossos pecados. Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus (Romanos 8: 1). Assim, o cristão desfruta de plena comunhão com Deus através de Jesus Cristo. Essa é uma fonte permanente de alegria em sua vida.

3. Outra razão para a alegria do crente é a recuperação de um propósito para a vida. Se alguém está em Cristo nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo (II Coríntios 5: 17). Na sua conversão o crente redescobre a si mesmo e a um novo propósito para o seu viver. Essa é uma realidade gloriosa que o crente desfruta em sua nova vida tornada possível a partir do encontro com o Salvador e Mestre. Não é possível ser um crente em Jesus Cristo e sentir-se sempre como um pára-raios da desgraça humana!

4. Deus deseja que sejamos saudáveis. A alegria é um bom remédio de acordo com o que Salomão escreveu no livro de Provérbios: O coração alegre aformoseia o rosto; mas pela dor do coração o espírito se abate. O coração alegre serve de bom remédio; mas o espírito abatido seca os ossos, (15: 13; 17:22).

5. Se Jesus sonhou uma Igreja alegre então o que está acontecendo conosco? A alegria é uma marca distintiva de sua Igreja? Como a alegria se expressa em sua comunidade de fé? Os cultos que prestamos a Deus, os hinos que cantamos, demonstram, de fato, essa alegria? Temos satisfação e alegria em nossa vida de fé? Ou ser crente tornou-se uma obrigação, uma tradição, uma rotina, quase um fardo a ser carregado?

Jesus oferece libertação dessas coisas e nos convida a experimentarmos a leveza sustentável de uma fé que se fundamenta naquele que tira o fardo de nossas costas e dá descanso verdadeiro e completo (Mateus 11:28-30). Experimentamos realmente a nossa fé como libertação da culpa e do poder do pecado? Temos alegria ao nos encontrarmos como membros da família de Deus? Lembra que no próprio anúncio do nascimento de Jesus o anjo proclamou: "Eis aqui vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo" (Lucas 2: 1O). Vamos recuperar e desenvolver a alegria em nossa vida de fé? Vamos permitir que nossos relacionamentos sejam marcados pela alegria de sermos filhos de Deus?



terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A IGREJA DOS SONHOS DE JESUS

SEGUNDA MARCA: CONHECIMENTO

João 17

Este estudo é o segundo da série AS MARCAS DA IGREJA.

Introdução

Os cristãos devem ser marcados por um conhecimento próprio e especial da pessoa de Deus, de sua Palavra, de seu caráter: justiça e amor para com os seres humanos e para com este mundo.

O Mestre diz que o conhecimento de Deus é, em última análise, sinônimo de vida eterna: E a vida eterna é esta: Que conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que tu enviaste (João 17:3). Nos versos 7 e 8 Jesus deixa claro que os discípulos sabem e verdadeiramente conheceram que saí de ti. Há várias implicações dessa relação de conhecimento especial que deve marcar a vida do cristão e a vida da Igreja.

1. A relação de conhecimento de que Jesus fala não se resolve em um padrão de conhecimento acadêmico, intelectual ou informativo. Esse padrão é insatisfatório porque se reduz a conceitos e pensamentos. Esse padrão do mundo não leva à conversão e transformação de vidas. O padrão meraamente intelectual demonstrado 'por Nicodemos em sua entrevista com Jesus (João 3: 1-21) é incapaz de gerar o novo nascimento, sem o qual é impossível entrar no Reino de Deus.

2. A relação de conhecimento de que Jesus fala é profunda e pessoal. Atinge o mais profundo do ser humano. Por essa mesma razão essa relação somente pode ocorrer pela intermediação e ação direta do Espírito Santo (João 16:8- 11).

3. A relação de conhecimento implica privilégios e compromissos. Sem dúvida é um privilégio estar nessa relação de conhecimento tão profundo e pessoal com relação a Deus, a Jesus Cristo e ao Espírito Santo. Temos acesso à sua revelação e passamos a entender coisas que a outros não fazem sentido. Jesus deixou claro aos seus discípulos que muitos iriam ver sem ver, iriam ouvir sem entender as palavras e sinais que ele realizou (Mateus 13: 13-15). Mas esse conhecimento implica também compromisso. O compromisso de viver de acordo com o caráter de Deus e de anunciar as grandezas daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (I Pedro 2:9).

4. Sendo conhecidos por Deus e conhecendo a ele dessa forma tão profunda e íntima devemos ter para com o mundo a mesma visão de compaixão, graça, misericórdia e amor que Ele demonstrou. Seu amor deve impulsionar-nos à realização de sua vontade em termos de missão para com um mundo carente e necessitado da manifestação dos filhos de Deus (Romanos 8: 19).

5. Conhecer a Deus como único Deus verdadeiro (verso 3) implica uma atitude de rejeição dos falsos deuses que se apresentam a nós todos os dias. Esses falsos deuses não nos apresentam necessariamente em termos de imagens de escultura conforme é muito comum pensar entre os cristãos. Os ídolos podem ser de metal ou podem ser mentais. Vivendo em uma sociedade de consumo como a nossa, é exatamente a relação de conhecimento íntimo com o Pai que pode nos salvar da renúncia à fé religiosa de irmos após deuses falsos e servirmos a valores que contrariam o caráter e os valores do Reino de Deus.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Dia de Lazer

Você não pode ficar de fora deste de nosso último passeio do ano na chácara da fonte.

O ônibus sairá da IBG às 8 horas, não esqueça da sua contribuição e do seu almoço.