quinta-feira, 8 de março de 2012


Para todas as mulheres
Reflexão
                 Lucas 8.1-3   Mateus 27.55
Sempre me impressiona a ca­pacidade que mulheres têm de negar-se a si mesmas e de servir a seus semelhantes. Vejo isso em mães, irmãs, professoras, líderes de depar­tamentos de igrejas, esposas, etc., en­fim, em mulheres que se dedicam ao bem estar daqueles que lhes estão ao alcance. Pessoas que, em matéria de servir, longe de merecerem ser classi­ficadas como sexo "frágil", apesar da fragilidade física que possam apresen­tar, podem ser descritas como verda­deiras guerreiras.
O texto desta meditação, que faz parte dos relatos da crucificação de Jesus, chama nossa atenção para pontos importantes a respeito da atuação dessas heroínas. Ele destaca que havia muitas mulheres acompanhando Jesus naquele momento trágico. Algumas, inclusive, se achegaram tão perto da cruz que ouviram suas ultimas palavras (Jo 19.25­27). Mostra ainda que elas não estavam ali por acaso, mas vi­nham acompanhando o Mestre desde a Galileia, numa viagem difícil e perigosa. E mais, para mim o ponto principal, elas não foram a Jerusalém a passeio ou turismo religioso, para, quem sabe, apreciar as belezas da Cidade Santa. Não, elas estavam lá para servir Jesus em suas necessidades, o que faziam de muitas maneiras, assim como já haviam feito em outras viagens dele, como lemos hoje. Elas estavam dispostas a servi-lo ate mesmo apos a sua morte, pois arrumaram forças, não sabemos como, para acompanhar o sepultamento e, ainda, preparar especiarias para ungir o corpo sem vida do Salvador (Lc 23.55-56).
Com certeza, a força do sexo nada frágil se evidencia em mulheres como estas que dedicam suas vidas no serviço a Jesus e ao próximo. Olhemos para elas com gratidão e aprendamos as lições que nos ensinam por meio de suas ações. Acima de tudo, lembremo-nos que o amor a Jesus e ao próximo demonstrado por elas e um bom exemplo que todos devemos seguir.
No amor a Jesus esta a base para a superação de qualquer suposta fragilidade.

quarta-feira, 7 de março de 2012


Maturidade

Hebreus 5.12-14

Efésios 4.14

Durante um exercício de "jogo rápido" com um grupo de adolescen­tes, no qual o líder dizia uma palavra e os participantes deveriam responder com a primeira coisa que viesse a sua mente, surgiu uma idéia interessante. Diante da palavra "maturidade", um deles respondeu: assumir responsa­bilidades. De fato, uma das facetas da maturidade parece ser justamente esta. Pessoas imaturas não assumem responsabilidades e vivem dependen­tes de outros. Quem e forçado pelas circunstancias logo cedo na vida geralmente cresce e amadurece mais rápido. Assumir seu próprio sustento, uma família, a criação dos filhos e não esperar que a escola ou a igreja o façam...  Em nossa geração essa maturi­dade tende a se atrasar,                 pois os jovens precisam preparar-se por muito tempo antes de poderem assumir plena responsabilidade, e assim pare­ce que a idade às vezes não corresponde à maturidade esperada.
O autor de Hebreus também observou isso, como diz o texto de hoje. Ele esperava encontrar pessoas espiritualmente adultas na igreja, ensinando outros por estarem lá havia muito tempo, mas elas ainda eram como crianças. A maturidade cristã exige tempo para crescer no conhecimento da Palavra de Deus e para adquirir experiência com ela, a fim de discernir entre o bem e o mal. Quem conhece a Palavra e a pratica cresce em sua caminhada e não é desviado por qualquer nova onda sem base bíblica que surge por ai.
Por isso e muito importante o cristão ter um tempo diário para buscar a Deus em sua Palavra e não depender dos estudos de outros ou só se alimentar do sermão de domingo. Precisamos assumir essa responsabilidade, colocando-a em pratica. Só assim conheceremos a Deus por experiência própria.
Maturidade espiritual se expressa na pratica da Palavra de Deus.

terça-feira, 6 de março de 2012

Atenção:
Para todas as mulheres da I.B.G.
Programação no sábado dia 10/03 as 19:30  não perca você é nossa convidada  participe!!!!!!!!!!